Fosse pelos olhares dos dois que se encaixavam igual a África na América do Sul. E a cintura dela tinha curvas exatamente do tamanho das mãos dele. Era igual quebra cabeça, era igual clichê de filme. Ou não, clichê de filme era perfeito demais pra eles. Só porque ele curtia Velvet Underground e ela usava uma camiseta com o desenho de banana do Andy Warhol. Ela era recatada, ele era a chama que acendia tudo. Equilíbrio! Era isso que os amores deviam entender. Eles entendiam. O destino deles tinham sido traçados na maternidade, bem exagerado mesmo. E não era porque ele tocava Beatles o dia inteiro e que ela tinha um pôster do Paul no quarto. Não era só nos gostos que eles combinavam, eram as curvas dela e nas mãos dele.
Romances de gostos parecidos, de química me fascinam, é isso.
PS: Na foto, o Keith Richards e a Anita Pallenberg na França em 1972, o casal mais lindo do mundo.
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