quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Y soy rebelde! HAHAH
O que vou falar não tem nada pessoal com ninguém e blá blá, é apenas o que eu acho sobre tipinhos de pessoas. Odeio gente volúvel. “Oi, te conheci ontem, mas já te amo, ta?”. Não sei o que passa na cabeça dessas pessoas. Pessoas efusivas. O que elas pensam? Elas nem se conhecem, ou mal se conhecem. Como você vai dizer que você ama? É uma total vulgarização do amor, sabe? Eu acho o amor um sentimento tão nobre pra ser usado como ‘prazer em te conhecer’. Ok, ok, pode até existir PAIXÃO a primeira vista, mas amor?! Nops. Amor é adquirido com os dias. Acho isso muito falso. E odeio gente falsa também. ECA! Sabe?! Às vezes a gente tem que mentir na vida, mas quando é necessário, não por falsidade, odeio. Odeio sarcasmo. Gosto de ironia, porque há uma diferença entre as duas palavras que as pessoas simplesmente não sabem e ficam usando as palavras erradas por aí, vamos ler o dicionário, minha gente! Ironia você usa pra advertir algo para alguém, sarcasmo é pra zoar com a cara do Fulano mesmo. E sarcasmo é uma coisa muito idiota, só uso como auto defesa. E todo mundo diz que eu sou má, que eu sou cruel e não sei o que. (Não estou dizendo isso pra quem diz de brincadeira, mas pra quem diz sério mesmo). Mas nada a ver. Eu gosto de humor negro, só isso! E eu falo coisas chatas só quando me cutucam, ao contrário, fico na minha. Eu não acho que eu sou malvada nem um pouco, até onde eu sei, eu sou certa. Pra mim é daquele jeito, quer falar o que quer, VAI OUVIR O QUE NÃO QUER. Eu tenho a mania de observar muito as pessoas, os gestos, as atitudes, eu faço perguntas a elas e tiro conclusões, fico na minha. Eu sei o que te dói, amigo, eu sei o que falar pra te ferir sempre. Só que eu sou “troxinha” demais, tenho medo de jogar tudo o que eu vejo na cara das pessoas e elas sofrerem depois com algum tipo de problema psicológico. Mas basta eu querer. É difícil eu ofender alguém assim como eu estou dizendo por que isso na verdade só ocorre em casos extremos, em que eu realmente não agüento mais. O meu problema é esse. Se preocupar demais com as pessoas, achar que “não, Fulano só tem um problema assim e assado, por isso ele falou isso, ele não quis dizer isso”, eu sei que eu devia ser mais direta, falou porcaria pra mim, deveria ouvir umas, mas não sei o que me dá. Eu tenho dó das pessoas e creia, eu não sou nenhuma santinha, é pura verdade. Odeio ter esse tipo de sentimento e achar que todo mundo que eu gosto é super legal, fiel e blá blá. Tenho que parar com isso. Odeio também gente que faz o mal pelo mal. Já estive em volta de muita gente assim e é a pior coisa do mundo. Pessoas que fazem as coisas só pra te verem se dando mal na vida mesmo! E pessoas que se julgam minhas amigas ainda, só pra constar. Não falo nada desse tipo de atitude, eu me afasto aos poucos. Simples. Odeio gente falsa e invejosa. Ah, e já ia me esquecer, odeio também aquele tipo de pessoa que fala a mesma coisa pra todo mundo como um pequeno exemplo: “Fulano, você é o meu melhor amigo”, e depois fala pro Ciclano e pro Beltrano e por aí vai. Filho, seja menos podre. Me irrito com isso, não consigo confiar em pessoas assim, nunca sei se elas estão falando a verdade ou não, ai, que nojo! Eu devo ser anormal, mas eu sou tão de poucas pessoas, sei lá, sou tão auto-suficiente no meu meio social. Não que eu não goste de conhecer novas pessoas, eu adoro! Mas não preciso ficar babando ovo pra Zézinho virar meu amigo e eu ter mais um contato no Orkut ou um depoimentozinho dizendo o quão ele é meu amigo. E olha que não é por me achar, mas se eu quisesse eu seria a “popularzinha”, gente no meu pé é o que não falta, mas não tenho cabeça pra isso, é muita futilidade. Isso me lembra uma frase do Oscar Wilde “Quando procuramos sobressair, criamos sempre inimigos. Para ser popular é necessário ser medíocre”. Fala sério, prefiro poucas pessoas, intensas e verdadeiras. Mas é isso, às vezes é bom se revoltar. Há!
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