Penso que aqueles que poetizam são os que não se desprenderam totalmente da saudosa infância. Não tornaram-se pois, tão racionais, tão concretos, tão exatos. Não que os desprovidos das migalhas pueris não sejam inteligentes, eles são! Mas as suas mentes são limitadas a ciência (To parecendo crítico de jornalzinho ¬¬’), mas é que os poetas imaginam, abstraem fantasias e palavras de uma forma adulta, claro, mas com vestígios de criança. Eles vêem outros caminhos, ramificam o real. E é aí que eu digo: Não sou exata. Meu espírito transborda sensibilidade, não consigo viver rodeada de fórmulas e números. A alma fala mais alto. Quero o ceticismo dos sofistas.
By: D.
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