Antecipando o dia dos papis...
É, pai, você é o cara mais legal do mundo! Creia, ninguém tomou seu lugar ainda. Apesar de você me irritar corrigindo meu português a vida inteira (e sabe-se lá até quando), contar piadas sem graças e repetidas, reclamar que eu demoro anos pra me arrumar, botar a culpa de tudo em mim, mas eu realmente te acho tri . Não é porque você me dá dinheiro, me defende com unhas e dentes, era um rockeiro cabeludo, me influencia a ter os melhores gostos do mundo. É porque você sei lá, é o cara mais legal do mundo. Só com você eu me sinto a pessoa mais segura do universo, velho! E acredite quando minha mãe diz que você sempre banca o super-pai-da-Desi, pois você é mesmo, han! Talvez você nunca leia isso, pai, até mesmo porque eu te deletei no meu orkut e nem tem como você achar isso aqui. Não me leve a mal, pais não têm que ter o orkut das filhas. Mas eu te amo, seu careca.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Writing
Então eu olhei pra ela espantadíssima com queixo caído e disse:
- Mas então você não entende porquê eu sempre tenho que escrever?
Assim, não é que eu sempre queeeeeira escrever, que eu curta escrever mesmo e tal. Nessas tantas, guria, eu percebo que eu já nem faço metade das coisas que eu quero, que eu amo. Mas se eu não escrever, não sou. Entende? Os meus sentimentos, as coisas que eu sinto mesmo, só compreendo-as depois de lê-las. Daí eu penso: Ta aí! É isso mesmo!
- Mas então você não entende porquê eu sempre tenho que escrever?
Assim, não é que eu sempre queeeeeira escrever, que eu curta escrever mesmo e tal. Nessas tantas, guria, eu percebo que eu já nem faço metade das coisas que eu quero, que eu amo. Mas se eu não escrever, não sou. Entende? Os meus sentimentos, as coisas que eu sinto mesmo, só compreendo-as depois de lê-las. Daí eu penso: Ta aí! É isso mesmo!
terça-feira, 20 de julho de 2010
Live forever *-*
Tava tendo aquelas minhas conversas loucas com a minha sister, a verdade é que eu a Priscilla brigamos muito, muito mesmo. Mas é interessante que a gente (ou pelo menos eu) não guarda mágoa das coisas que diz uma pra outra, daqui a pouco a gente já tá conversando. Acho isso bom, gosto de pessoas assim, sem mágoas, porque eu sei que eu sou difícil, que eu adoro uma briguinha HAHAHAHAHA daí essas pessoas me interessam. Mas sim, as conversas malucas! A gente tava vendo o “Familiar to Millions” (um DVD do Oasis) e comentando as milhares de coisas que a gente sempre comenta, mas daí achei legal que eu tava dizendo que não é toda banda que consegue te passar tantos sentimentos quando você ouve as músicas. Talvez uma música ou duas em uma banda te faça sentir isso, mas não o Oasis. É incrível como Oasis mexe comigo, em quase todas as músicas. E a gente tava “viajando na maionese”, eu pirando em Live Forever pela trilhonésima vez, dizendo que é a melhor música do mundo e eu nunca tenho palavras pra me expressar quando ouço e bla bla. Mas daí e eu a Priscilla (com umas lapidações dela) conseguimos traduzir esse sentimento com uma ótima metáfora: No começo da música parece que você se desprende de todo o mal que te cerca e tudo é bonito, sabe?! E nada importa, é tudo leve, dá uma vontade de voar, parece que a gente ta no céu *-* e é tudo azul, azul da cor do mar (TIM MAIAAAA HAHAHA), e daí quando ta na parte do “as it soaks it to the bone... pan pan pan pan.. maybe I just wanna fly...” a parte do pan pan pan, é como se você estivesse dirigindo numa estrada e mudasse de marcha HAHAHAHHAA e aí você vai pra uma velocidade maior e daí com o decorrer da música, quando chega o solo, é como se você colocasse o carro na pinguela, numa descida e se soltasse sem medo nenhum do que pode acontecer. E me vem nuvens na cabeça, eu sinto uma paz tão grande. Queria muito agradecer o Noel pela composição um dia HAHAHAHAHAH Ah, que lindo! =,( acreditem, mas eu tenho vontade de chorar quase todas as vezes que eu ouço Live Forever. Não sei porque, como essa música tem tanto efeito sobre mim HAHAHAAHAHAH, mas ela é a coisa mais linda que eu já ouvi. Por isso nunca ouço ela quando não to prestando atenção, ela tem q ter o devido respeito, brother! Tenho muita dificuldade em traduzir sentimentos com palavras, queria achar algo mais bonito pra falar sobre Live Forever mas não vem nada, acho que palavras não são suficientes. Mas é claro que tão tem só Live Forever, a gente pirou em outras músicas, mas depois eu escrevo sobre as outras, to ouvindo Live Forever, to no clima. *-* Uau!
Oops! I did it again!
No fim das contas, eu já sabia. Eu tenho a essa mania chata de depois de “conhecer” as pessoas, vê-las tão lindamente. Na maioria das vezes me decepciono. Isso sempre acontece, Desirreé, não sei quando você vai aprender. Desde pequena, eu vejo coisas bonitas nos indivíduos, confio demais, dou muita importância e depois de um tempo, eu fico desabafando com alguém “mas como o Fulano pôde?”. Parece até com as “5 fases da morte” já viu?! Mas daí as minhas fases são um pouco diferentes, é um processo que eu conheço muito bem, já foi muito usado por mim, é simples: negação - raiva - decepção - saudade - tristeza - desprezo - vestígio - indiferença - WHO?
Tenho que parar com isso. Desconfiar mais, idealizar menos.
A verdade é que pessoas boas são raras. Boas, simplesmente boas.
E no fim, são aquelas pessoas que ficam, sempre aquelas. =]
Tenho que parar com isso. Desconfiar mais, idealizar menos.
A verdade é que pessoas boas são raras. Boas, simplesmente boas.
E no fim, são aquelas pessoas que ficam, sempre aquelas. =]
sexta-feira, 16 de julho de 2010
"Sabe, eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você
ou apenas aquilo que eu queria ver em você,eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas,e pensava que amar era só conseguir ver,e desamar era não mais conseguir ver, entende?"
Caio Fernando Abreu
ou apenas aquilo que eu queria ver em você,eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas,e pensava que amar era só conseguir ver,e desamar era não mais conseguir ver, entende?"
Caio Fernando Abreu
terça-feira, 13 de julho de 2010
Relato
Eu costumo achar que mais ou menos tudo que acontece comigo eu coloco aqui. Mas eu não posto tanto. Se eu fosse fazer uma coisa bonitinha, controlada, eu escreveria no mínimo uma vez por semana. Aí eu percebi que eu só coloco aqui as coisas que eu acho emocionantes, mas nem tanto. Nada chato demais, mas as coisas realmente legais eu também não publico. Sei lá, parece que quando to muito feliz nem rola isso aqui. É chato escrever sobre felicidade. Eu gosto do blog. É como se você contasse um segredo e sua mãe escutasse atrás da porta. Na verdade era uma coisa que você queria falar pra ela, mas não podia sem se sentir culpada. Aí pronto. É igual. Você não precisa procurar ninguém pra desabafar, mas sabe que sempre vai ter alguém se preocupando.
Enfim...
É engraçado que pessoas que são ou foram tri importantes na minha vida não duram mais que um post no meu blog. É uma ótima tirada, né? "Você não é nem um post no meu blog, cara!". E tem algumas coisas também que foram no mínimo incríveis e que eu não fiz nenhuma referência aqui. Acho que eu perdi a lealdade aos meus post, né? Do mesmo jeito que eu estou tomando mais cuidado com quem eu compartilho meus segredos, também estou parando de me confessar aqui. O que é bem chato.
Então eu vou tentar ser mais atirada, como eu costumava ser.
To bem sensível, carente pode ser. Às vezes parece que puft! Todo mundo some! Todo mundo que eu considero pra caramba. Mas daí eu vejo que eles não sumiram e depois eles somem de novo e é sempre assim. Vai saber...
Enfim...
É engraçado que pessoas que são ou foram tri importantes na minha vida não duram mais que um post no meu blog. É uma ótima tirada, né? "Você não é nem um post no meu blog, cara!". E tem algumas coisas também que foram no mínimo incríveis e que eu não fiz nenhuma referência aqui. Acho que eu perdi a lealdade aos meus post, né? Do mesmo jeito que eu estou tomando mais cuidado com quem eu compartilho meus segredos, também estou parando de me confessar aqui. O que é bem chato.
Então eu vou tentar ser mais atirada, como eu costumava ser.
To bem sensível, carente pode ser. Às vezes parece que puft! Todo mundo some! Todo mundo que eu considero pra caramba. Mas daí eu vejo que eles não sumiram e depois eles somem de novo e é sempre assim. Vai saber...
segunda-feira, 12 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
O lado ramificado
Penso que aqueles que poetizam são os que não se desprenderam totalmente da saudosa infância. Não tornaram-se pois, tão racionais, tão concretos, tão exatos. Não que os desprovidos das migalhas pueris não sejam inteligentes, eles são! Mas as suas mentes são limitadas a ciência (To parecendo crítico de jornalzinho ¬¬’), mas é que os poetas imaginam, abstraem fantasias e palavras de uma forma adulta, claro, mas com vestígios de criança. Eles vêem outros caminhos, ramificam o real. E é aí que eu digo: Não sou exata. Meu espírito transborda sensibilidade, não consigo viver rodeada de fórmulas e números. A alma fala mais alto. Quero o ceticismo dos sofistas.
By: D.
By: D.
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