sábado, 19 de dezembro de 2009

Stand by me

Ah, meu bem, nem é assim um caso irremediável. Não é assim algo perigoso, amor doentio e essas coisas. É só que, ah, eu gosto do seus olhos e gosto do seu jeito e eu não preciso de muito mais. Meu bem, será que eu posso te chamar assim? Será que eu posso chegar mais perto?
Eu tenho essas coisas, sabe? Eu preciso personificar meus caprichos, meus dias chatos. E, sabe?! Meus caprichos lhe caem bem. Meus dias lhe caem bem, meu bem. Se você me der sua mão, eu te dou um gole e a gente se entende.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Suddenly


De repente.
E eu que fazia xixi nas calças quando brigavam comigo.
E eu que dei a minha chupeta pro papai Noel, confiando nele.
E eu que fazia maria-chiquinha.
E eu que brincava de Barbie.
E eu que era a menina dos cachinhos dourados.
E eu que criava um bichinho virtual.
E eu que fui rebelde, preto, espinho, punk.
E eu que contava histórias de terror.
E eu que não tinha medo.
E eu que era bobinha.
E eu que ia casar com o Taylor Hanson e acreditava fielmente nisso.
E eu que gastava o dinheiro do transporte que a minha mãe me dava, em revistas do Hanson.
E eu que sempre fui a rainha das unhas compridas, bem Zé do Caixão.
E eu que pintava as unhas coloridas todos os míseros dias.
E eu que me importava com gente não-importante.
E eu que era tão diferente.
Não mais que de repente.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Eu sei o que você fez no verão passado



Só pra deixar de lembrança algumas coisinhas do verão passado. Coisas idiotas. Ah, larga a mão, Desi, idiota é quem faz idiotices, foi o que eu aprendi o com o Gump. O Gump era legal.

"PROCESSE A FÁBRICA DE MACARRÕES, POR FAVOR” (Leninha sobre sua ressaca, romances (essa é pra Naty! HAHAH), choros escandalosos (Uhul, Priscilla!), conversas em alto e bom som (Fefe e Maaaaari), REFORÇAAAAAA (Sidiney, Milton, Serginho e companhia), ameaças de morte (Arthuuuur! HAHAHA) “Vamo-nus, porém vestidos” (Suely), planos mirabolantes pra subir no morro de branco à meia noite, aparecer no noticiário de Santa Catarina não tem preço (Desi e Felipe HAHAHAH), “Chapéu mexicano” (Mary), “me leva pro meu primeiro porre” (Pessoa não identificada), “Oi, japonês” (Serginho fazendo buraco na areia da praia)."

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Dying to be alive

“To cansado de tanta babaquice, tanta caretice, dessa eterna falta do que falar. Vida louca, vida breve, já que eu não posso te levar, quero que você me leve.” < Cazuza morreu, mas ainda fala pela gente.

Hoje eu perdi o sentido da vida. Parece emo, não?! Mas foi só hoje. Estranho, parecia que nada fazia sentido. Hoje eu perdi a vida. Ela saiu por aí sem dizer o porquê e nem aonde foi. Estar com os sinais vitais do corpo não é sinônimo de vida, existir é muito fácil, o problema é viver. Mas o que é viver a vida? Um padrão? Nascer, brincar na infância, ter um amorzinho na adolescência, sair com os amigos, fazer faculdade, encontrar o amor da vida, se casar, ter filhos, vê-los crescer e morrer? É isso que é a vida? Vida, não te quero mais. To cansada desse sistema, de ter que provar pra todo mundo. Eu não tenho que provar nada pra ninguém. Não quero viver no padrão. Eu quero a liberdade. E liberdade não é ter dezoito anos e se sustentar. Liberdade é poder falar o que eu quiser, ser quem eu quiser, viver como eu quiser desde que não prejudique ninguém, viver a vida pra mim é violão, amor, natureza, aventura, viajar, ouvir histórias, contar histórias, conhecer gente. O problema dessa sociedade é monopolizar o que chamamos de felicidade. Cada um, cada um! E minha felicidade é exótica. Tem sabor de fruta mordida. Acho que eu preciso encontrar um lugar maior. Porque quando você pensa mais do que tem, você precisa de mais espaço. Quero vento em meus cabelos, pra me sentir parte de todos os lugares, quero encontrar meu caminho certo pra seguir, ou nem encontrar, mas só estar no caminho certo. O tempo não pára mesmo, vou me revoltar e jogar toda minha pressa na estrada, ou não. Talvez...

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Oh, brown sugar





How could you taste so good? (Continuação do título, der)

Último dia de Sigma, é…foi sad! Tudo bem que é um sufoco o ano inteiro esse negócio de cursinho, mas quando você sai de lá dá um vazio! Ainda mais eu que nem sei o que farei o ano que vem. Porém, vou sentir saudades da Cris, da Ju, dos meus amados professores e até de falar mal do povo e inventar os apelidos mais difamadores possíveis MUAHAHAHA. Aquela sala azul-orkut, o meu lugar lá em cima, na quinta fileira de cima pra baixo.
Boiar em todas as aulas do Macedo, Valter, Jayme... Mandar bilhetinhos zoando o Carcaça pra depois ele me xingar com aquele humor negro tenebroso, suspirar com o charme do Reginaldo e ver como a Angélica é um chuchu!
Raxar de rir com o Dilsão-da-poota e saber que estamos sempre “muito bem, ta de pa-ra-béns”, abominar o povo de exatas com o Thiago fofinho-rei-lindo-filho-do-meio que manda o povo de Londrina pegar suas canetas e o povo de Rolândia o saco de carvão! Rir da cara das loucuras (literalmente) do Meninão e as repetições do Quícoli: “o que a gente tá esperando pro fim de semana?”, os mais engraçados sem fazerem força, de tão toscos que são. Saber que toda última aula de segunda feira tem a Kátia pra nos avisar de que “por mais cansado que você esteja, você ainda tem 30% de energia”, affão! HAHHAHA Viajar nas viagens do Biti que fazem você chorar, fazer um “pitsh” na aula do Gabriemo-juventude-cabeçada, assistir as experiências malucas do Mendonça e admirar-se com a cara de pau do Luciano *medo*. Assustar-se com o Barata gritando e brigando como se fosse do Bope, pensar melhor no mundo com as filosofias do “Beto, o musculoso”, repetir com o Jamil que “advérbio é bosta” e formigar as costelas de rir com o desdém do Márcio com os “retartadinhos” HAHAHAHAHA É, acho que já estou com saudades.

PS: Foto com o Thiago fofura *-* HAHAHAHAH