quinta-feira, 29 de abril de 2010

Because maybe...

Antes a gente brincava de amor, brincava de alegria, de felicidade, de sonho. Nós dois, tão melancólicos. Ah, meu bem, nós somos só crianças, não somos? Não podemos cuidar um do outro. Quem pode? Nós somos todos só crianças.

By: Desirreé

terça-feira, 27 de abril de 2010

O doce-amargo

Com colheradas e mais colheradas de açúcar pra tirar pelo menos um pouco do gosto amargo, ela ia bebendo todas as coisas da vida em goles atropelados, apressados, desesperados, doentes. Foi então que soltou palavras como quem solta espirros, irresistivelmente:
- Eu não sei se quero migalhas do seu amor de conta-gotas. Não é suficiente pra minha imensidão.
E ele foi embora sem entender nada. Como um cachorro que apanha sem saber o que fez. E depois perguntou pra lua se a culpa era dele de amar tão errado, de ser um indivíduo tão apaixonante e não apaixonado. De possuir dois olhos tão lânguidos nos quais jovens escritoras se descabelavam.

By: Desirreé.

domingo, 25 de abril de 2010

But I came back from the future!

Brother, Lost ta sensacional! HAHAHAAHHAAHAHAHAHA
Não sei o que será da minha vida sem Lost. Será como tirarem meu pulmão. Não respirarei. OH! AHHAHAHAA

http://pt.wikipedia.org/wiki/Viagem_no_tempo

E viva o estudo do 'buracos de minhoca'

Sou completamente viciada nessas coisas *-*

O paradoxo do avô:

"O paradoxo do avô é resultado de 2 pessoas sendo geradas em um conflito de lógica relacionado à percepção temporal dos acontecimentos.
Imaginemos a seguinte seqüência de fatos:
Você é um viajante que acaba de embarcar numa máquina do tempo rumo ao passado, a uma época não muito distante dos dias atuais. Viaja várias décadas no tempo e se encontra com seu avô ainda criança.
Por acidente ou não, você tira a vida de seu avô, bem antes de ele conhecer a esposa, no caso sua avó.
Se você matou seu avô bem antes de ele conhecer sua futura avó, como pode ter viajado no tempo se nem existia nessa nova realidade, uma vez que seu avô morreu criança e não teve filhos? Se ele não tem filhos você não tem pais. Se você não tem pais, como você existe?
E se não existe, não poderia ter viajado no tempo e matado o seu avô, pelo que o seu avô sobreviveu, casou, teve filhos e nasceu você. Mas se você nasceu, quer dizer que vai voltar atrás no tempo e matá-lo...
Surge então um paradoxo temporal e um conflito lógico de existência a partir do momento que você altera os acontecimentos do passado responsáveis pela sua existência.
Os críticos a esta teoria, sustentam que o tempo já foi pré-determinado e por isso, ao voltar no tempo, você não pode mudá-lo, isso nos traz a possibilidade de que ao voltar no tempo você não estará no mesmo universo real, e sim em um universo paralelo também com seu tempo pré-determinado onde já estaria descrito a sua viagem a esse universo. Esse universo seria como espelho e seus habitantes são os mesmos do nosso universo, quer dizer que, ao matar seu avô nesse outro universo, você não causaria mal algum à existência de seus pais e à sua existência, pois seu avô da sua realidade não sofreu dano algum, mas, nesse universo paralelo você não existiria. Levando em conta todas essas explicações, não existiria o ciclo de existência e não-existência das pessoas envolvidas nessa viagem.
Ainda há outra teorias, como o materialismo, que sugere que a existência é imediata e portanto indo ao passado e matando seu avô não seria um paradoxo pois nunca se pertence ao futuro nem ao passado, apenas ao presente, ou seja, o tempo em que você se situa que é quando seu avô é um bebê. Matando-o sua existência se limita ao surgimento repentino do seu corpo e da máquina do tempo nesse dado momento do "passado". Mesmo não matando seu avô, os fatores que deram sua origem são determinados por mais de um fator que são dados em probabilidades, assim como o seu DNA é uma entre várias possibilidades aleatórias de combinação dos DNAs de seus pais.
No livro O Universo numa casca de noz, Stephen Hawking discute as teorias do universo paralelo."

UAAAAAAAAAU!
Vou cavar um buraco de minhoca! *-*

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Remembering you...

I've been looking so long at these pictures of you that I almost believe that they're real. I've been living so long with my pictures of you that I almost believe that the pictures are all I can feel. Remembering... and we kissed as the sky fell in holding you close how I always held close in your fear. Remembering you…you were bigger and brighter and whiter than snow, and screamed at the make believe screamed at the sky and you finally found all your courage to let it all go. Remembering you fallen into my arms, crying for the death of you heart... you were always so lost in the dark. Remembering you, how you used to be, slow drowned you were angels so much more than everything. Oh, hold for the last time then slip away, quietly open my eyes but I never see anything

If only I'd thought of the right words, I could have held onto your heart. If only I'd thought of the right words, I wouldn't be breaking apart, all my pictures of you. Looking so long at these pictures of you but I never hold onto your heart, looking so long for the words to be true but always just breaking apart my pictures of you.

There was nothing in the world that I ever wanted more than to feel you deep in my heart. And there was nothing in the world that I ever wanted more than to never feel the breaking apart all my pictures of you "/


Pictures of you - The Cure

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Sabe?!

"Suponho que me entender não seja uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato...
Ou toca, ou não toca"


Clarice Lispector.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Curiosity

Tem coisas na vida que é melhor você não ver.
Mas eu sempre quero ver tudo.
Eu sempre quero ver tudo.
Sempre quero ver tudo.
Quero ver tudo.
Ver tudo.
TUDO!

domingo, 18 de abril de 2010

Que perigo!

Tava lendo sobre o signo de capricórnio e veja o que eu encontro:

" Você já viu uma geladeira amar? Esse é o capricórnio, ele é extremamente frio, mas no fundo ele ama. Seguro do que deseja e determinado nos seus objetivos, o capricorniano usa toda sua razão para conseguir o que quer, até em seus relacionamentos. Muito pé no chão, seu elemento TERRA diz tudo, segurança é a sua palavra chave, e saber onde pisa é o essencial para começar qualquer relacionamento.Ele é daquele que pesquisa a pessoa desejada, contorna toda ela e tenta descobrir ao fundo o que ela é e o que ela faz, e o que pretende. Capricorniano é uma máquina de RAIO X, enquanto você fala ele te analisa, sinistro isso, mas ele faz de uma forma sutil, no qual você nem percebe. Frio por fora e quente por dentro, por mais que ele demonstre que nem se importa com você, pura mentira! No seu intimo tudo está pegando fogo. E não provoque a ira de um capricorniano, por mais que ele seja completamente paciente, e como, ele também muda da água pro vinho em minutos."

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAAH
Choquei com o "geladeira amar". To me sentindo mal "/ HAHAHAHAHAHA

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Sempre tanto faz.

Agora ele virara homem. Ou pelo menos o pensava. Faculdade, bafos alcoólicos, meios de alucinações disfarçados, “Lucy in the Sky with diamonds”, amigos insanos, população feminina desprovida de compromissos, bla, bla. Não mais nerd, não mais cdf, não mais desengonçado, não mais pais, não mais solidão, agora era tudo sex drugs and rock’n roll. As batidas do DJ enlouqueciam seus tímpanos, sangue e pensamentos esfumaçados. Olhou a sua volta e percebeu que nada havia mudado. Tirou a carteira protuberante do bolso, mas logo guardou. Ali dinheiro era como oxigênio. Se os amigos o vissem, não demoraria muito para que tudo fosse pro ralo. Ou pro estômago, em forma de álcool. Suspirou. Nada havia mudado. No outro canto casais e mais casais se perdiam entre mãos e beijos. Beijos tão tristes, tão vazios, tão passageiros. Do lado do DJ, uma garota bêbada dançava “sensualmente” e pensava estar arrasando. Mas era no mínimo: triste. No outro canto garotos cabeludos se drogavam, dormiam, riam, vomitavam, enlouqueciam. As luzes espalhafatosas da festa escorriam sobre a pele de todos aqueles jovens de espíritos adolescentes animalescos. Próximo ao sofá, João Jorge usava sua primeira jaqueta de couro e tinha vontade de loira de saltos. Olhava para ela, mas no meio de tanta luz colorida, ofuscava seu físico. A loira só dançava com o seu copo de vodka na mão e na outra um cigarro. João Jorge virou as costas sem sucesso. Desistiu.
Na escada, uma ruiva sardenta apreciando belas e largas costas magras de um jovem ex-nerd.
- Oi! Quer?
Ele pegou o copo que ela o oferecia. Hesitou perguntar o que era, hesitou perguntar o nome dela mas tanto faz. Sempre tanto faz. No final da noite todo mundo vai embora e puft. Ninguém se conhece. Tanto faz. Os dois ficaram olhando a festa, ela num degrau mais longe que ele, um degrau acima, um degrau mais intocável, mais diferente, mais me deixe em paz. Um degrau acima, ela pensava que ele podia se deixar acender o cigarro, nem que por algumas tragadas, pelo fogo que ela estendia derramava incendiava e explodia para e por ele.
- Gata, você me ama? - Perguntou o rapaz para a ruiva.
- Claro que sim, pelo menos hoje.
A carência os fazia criar um sentimento eterno de uma noite só.
E na pista de dança, as pessoas viviam.
As coisas não mudaram.

By: Desirreé

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Get back, Jojo!

Paulo Jorge e João Ricardo.
Paulo Ricardo e Jorge João?
João Jorge e Ricardo Paulo.
Jorge Paulo e Ricardo João?

Ah não sei, que indecisão.
Suponho que eu só não tenha nada para fazer e estou esquentando a cabeça precocemente escolhendo o nome dos meus filhos.
Você os achou bregas, creio. É, achou brega os nomes. Pois saiba que eles vêm dos meus Besourinhos* (*ler rodapé). u.u E o que vêm dos Besourinhos é sempre um luxo.

Besourinhos* derivado de "Beatles" do inglês.

Liar

Gostei da idéia de criar personagens, me deixe em paz. u.u
Ahá e a mais nova figurinha se chamará "Tonho". 'Tonho' existe sim e é meu 'muso inspirador' neste caso [COF!], mas é claro não vem ao caso entregar-lhes sua identidade.

Antes de tudo, Tonho: Você nem merecia tudo isso, mas achei interessante o seu caso patológico. Gostei de te diagnosticar. Eis que segue...

Tonhoinho, Tonho, Tonhão.
Nascera em um berço de ouro, já era predestinação
“Papai, quero o x-box que lançaram ontem! Papai, vamos pra Eupora? Papai, esse ano será Disney ou o que? Papai, quero isso, aquilo. Papai, quero um carro, PAPAI, PAPAAAAAAI!”.
Mas o pobre Tonho que uma vez tinha tudo
Não sabia fazer jus ao seu legado, contudo.
Tonho era um “tonho”, meio abestado
E com isso, o fizera, no meio dos colegas, menos aceitado
Sofria de uma doença
Pseudolalia, tenha crença.
É aquela danada que te põe no vício de mentir
Minta pra mim pela última vez, Tonho, pois eu irei de partir
Mais uma vez na tua vida, alguém te abandonou
E você, na solidão que te espera, para sempre se auto impulsionou.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Herança comportamental e ideológica (?)

É interessante que apesar de ter passado anos que nem falo com certas pessoas, eu ainda as influencio. HAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAH

Que péssimo, tente disfarçar, ow.

domingo, 11 de abril de 2010

Where is the love?

"Allie: Diz que eu sou um pássaro
Noah: Não!
Allie: Diz!
Noah: Você é um pássaro.
Allie: Agora diz que você é um pássaro.
Noah: Se você é um pássaro, eu também sou."

(O Diário de uma Paixão)

sábado, 3 de abril de 2010

Bis! Bis! De repente, adoro posts velhos.

Por mim, clima temperado, com um verão latino com frutas, drinks gelados, água de coco, mares azuis, cheios de gente bronzeada, músicas felizes e leves. Luau durante a noite, jantares de salada ao ar livre com amigos, joguinhos de cartas e sorvetes exóticos.
E outono tão marrom brilhante como chocolate , com cachecóis coloridos, com livros embaixo das árvores nas praças paradas, bons filmes, com folhas secas, ventos agitando cabelos ao ar e romances de mãos-dadas.
E inverno verdadeiro, congelante. Inverno branco. Neblina, neve, árvores sem folhas. Por mim, inverno mesmo, que engorde. Inverno... Chocolate quente de baixo do edredon e horas e horas de sono. E mais filmes. E solidão, sim, bela solidão que se esconde no frio. Por mim, invernos-lar. Danças tão leves e livres, improvisadas no meio de uma rua qualquer, e vestidos pra todos os lados. E cores tão mais vivas, vidas tão mais vivas. Por mim, primavera com flores grandes. Risos fáceis e doces.
Por mim, tudo Europa. Por mim, sempre deslumbramentos forasteiros, turistas. Por mim, cidade natal todo dia nova, incrível. Por mim, velhos amigos sempre novos, velhos amores sempre novos, apaixonantes, interessantes, intrigantes. Por mim, nós todos sempre mutantes, irreconhecíveis, melhores. Por mim, nada de acostumei-me, enjoei-me, cansei-me. Todo dia, novas certezas e se não, pelo menos novos “maybes”. Por mim, nada de rotina, cotidiano, dia-a-dia. Por mim, a vida só valendo à pena enquanto se parece com um filme. Por mim, atenção aos detalhes, aos tons, aos sons.
Por mim, poemas do romantismo no computador. Por mim, um apartamento com varanda e por-do-sol embutido. Por mim, nunca mais no mundo televisão. Por mim, tudo cinema. Por mim, só clássicos da sessão da tarde, barzinhos que toquem Oasis pela noite. Por mim, trilhas sonoras sempre, sempre, sempre.
Por mim, a vida mais fácil? Por mim, a vida mais difícil, mais dramática, mais Florbela Espanca. Grandes amores e mortes honradas. Por mim, a vida mais difícil com complicação, tempero. Por mim, Woodstock. Por mim, Beatles forever e Oasis de chaverindo como brinde. Por mim, mudar o mundo de dentro pra fora. Por mim, pão de queijo de manhã. Por mim, sempre excesso. Mesmo quando escassez, que excesso de falta. Por mim, mais sinceridade, mais emoção. Por mim, amigos nos aniversários. Por mim, cabelos e mãos como ato contínuo. Por mim, amores mais acessíveis, mais queríveis (?). Por mim, tranquilidade. Por mim, tão mais simples.

Cheers.

PS: De repente...Até gosto de pessoas chatas. Uh?!