quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
No sense
Será que tem algum sentido?! Se fizer sentido ou não, certo que há alguma coisa. São dúvidas assim que penso nesses dias tediosos de fevereiro. Parada aqui em frente dessa porta vendo esse céu enorme e você logo pensa poeticamente naquele céu azul e naquele dia belo. Mas eu estou falando de um céu cinzento e o barulho que ele faz é sinistro, brother. Tão sinistro como o seu silêncio nesses dias de fevereiro. Imagino que se eu conseguir dar alguma ordem nisso tudo que eu digo, possa fazer sentido, depois de todo esse sentido deve haver alguma coisa. Você me entende? Não, você não me entende. Sei que você não me entende porque nem mesmo eu me entendo e não estou conseguindo ser suficientemente clara e além de você não me entender, não vou conseguir dar ordem nisso tudo aqui, logo, não haverá sentido, nem compreensão. Esse calor me interrompe a concentração. Mas não importa. Em dias muito quentes eu costumo ter uma visão. Mas a única visão que me vem à cabeça é que eu tenho que deixar essa cidade. Minha história não pertence mais a esse lugar que já não cheira bem. Não cheira bem igual o esgoto de Curitiba, e creia, aquilo é insuportável. Mas eu gosto de Curitiba. Mas gosto mais de Floripa e é pra lá que eu vou. Lá, sou amiga do maresia. E vou pra lá nem que for sozinha. Eu tenho um sonho, um destino e se eu me der mal lá, continua tudo certo. Chega de “se”, chega de incertezas. Chega de medo.
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