Bah! Péssima! HAHAAHHAAHHAAHA
Existem pessoas toscas no mundo, apelidá-la-ei de Zézinha. HAHAHAHAHAA Nada contra Zézinha, Zézinho, mas porque ela é zé-mané. Não queira saber quem e nem porquê HAHAHAHAHA Metáfora é a melhor forma de expressão. E tenho dito.
Zézinha é fútil e não estuda.
Zézinha têm erros de concordância.
Zézinha passa fome.
Zézinha, porque você não mata um homê e comê?
Zézinha engana gente ignorante.
Gente esperta não vive no mundo dela, sai a diante.
Onde está seu conteúdo? A sua graça? A pimenta?
Seria Zézinha um chuchu sem tempero? Porque, quem te aguenta?
Certo que são aqueles enfeitiçados pela sua genética generosa
Apesar de não significar que você seja formosa.
Mas Zézinha? Até quando seu rosto falará mais do que sua essência?
Afinal, você tem essência? Poderíamos considerar sem nenhum argumento de contra aquiescência?
Zézinha, aproveite sua juventude.
A beleza acaba, mas não quero ser rude.
O cavalo selado na sua vida já passou.
Mas será que nele você montou?
domingo, 28 de fevereiro de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Paint it black
Hora de dormir. Já passou da hora. Minha hora já passou. Agora vou ter que esperar a próxima. Mas enquanto a próxima não chega eu escrevo. Gente nova. Gente chata. Gente metida-a-besta. Gente que não me pertence. E eu que era tão sociável hoje não suporto gente que não tem a ver comigo. Gente que não respira esse ar psicodélico-fajuto-nostalgico que eu necessito. Anti-social? Daqui pra frente. Ou de ontem pra frente?
Mas é só que eu não entendo. O que será que será? Tempo errado, lugar errado, pessoa errada não. É, é isso. Só ando perdida e precisando me perder.
Talvez tudo, talvez nada.
But Angie, you can't say we never tried.
PS: O Jagger é gato.
Mas é só que eu não entendo. O que será que será? Tempo errado, lugar errado, pessoa errada não. É, é isso. Só ando perdida e precisando me perder.
Talvez tudo, talvez nada.
But Angie, you can't say we never tried.
PS: O Jagger é gato.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Cast no shadow
"Você vai me abandonar e eu nada posso fazer para impedir. Você é meu único laço, cordão umbilical, ponte entre o aqui de dentro e o lá de fora. Te vejo perdendo-se todos os dias entre essas coisas vivas onde não estou. Tenho medo de, dia após dia, cada vez mais não estar no que você vê. E tanto tempo terá passado, depois, que tudo se tornará cotidiano e a minha ausência não terá nenhuma importância. Serei apenas memória, alívio, enquanto agora sou uma planta carnívora exigindo a cada dia uma gota de sangue para manter-se viva. Você rasga devagar o seu pulso com as unhas para que eu possa beber. Mas um dia será demasiado esforço, excessiva dor, e você esquecerá como se esquece um compromisso sem muita importância. Uma fruta mordida apodrecendo em silêncio no quarto."
Caio Fernando Abreu
"Os Dragões não conhecem o Paraíso"
PS: See you in another life, brother?!
Caio Fernando Abreu
"Os Dragões não conhecem o Paraíso"
PS: See you in another life, brother?!
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
No sense
Será que tem algum sentido?! Se fizer sentido ou não, certo que há alguma coisa. São dúvidas assim que penso nesses dias tediosos de fevereiro. Parada aqui em frente dessa porta vendo esse céu enorme e você logo pensa poeticamente naquele céu azul e naquele dia belo. Mas eu estou falando de um céu cinzento e o barulho que ele faz é sinistro, brother. Tão sinistro como o seu silêncio nesses dias de fevereiro. Imagino que se eu conseguir dar alguma ordem nisso tudo que eu digo, possa fazer sentido, depois de todo esse sentido deve haver alguma coisa. Você me entende? Não, você não me entende. Sei que você não me entende porque nem mesmo eu me entendo e não estou conseguindo ser suficientemente clara e além de você não me entender, não vou conseguir dar ordem nisso tudo aqui, logo, não haverá sentido, nem compreensão. Esse calor me interrompe a concentração. Mas não importa. Em dias muito quentes eu costumo ter uma visão. Mas a única visão que me vem à cabeça é que eu tenho que deixar essa cidade. Minha história não pertence mais a esse lugar que já não cheira bem. Não cheira bem igual o esgoto de Curitiba, e creia, aquilo é insuportável. Mas eu gosto de Curitiba. Mas gosto mais de Floripa e é pra lá que eu vou. Lá, sou amiga do maresia. E vou pra lá nem que for sozinha. Eu tenho um sonho, um destino e se eu me der mal lá, continua tudo certo. Chega de “se”, chega de incertezas. Chega de medo.
Choose.
Apenas não insisto. Nunca insisti, não será agora que irei insistir. Livre arbítrio. Deixe que o vento te leve, deixe que as pessoas façam suas escolhas sem interferir. Ou fica, ou não fica.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Right time is always now
Eu não pertenço a esse mundo, não. Vivo no Utopia’s lifestyle, vim do passado numa máquina do tempo, igual ao Mclfy, e não entendo muito dessa juventude estranha que ouve músicas dramáticas e usa franja-com-gel-no-cabelo. Essas crianças alienígenas alá Maisa que sabem tudo, entendem tudo, é tudo esquisito, brother. (“Brother” é sensacional) . Eu sou da geração que ainda pegou a última reprise da Caverna do Dragão na TV aberta (ou não?). Eu dancei “ragatanga” e criei um bichinho virtual. É, brother, nasci no caos da queda do muro de Berlim, lá, em outro século. Ainda acredito que farei uma revolução, criarei um plano master e farei as coisas acontecerem. Ah, na minha mente meus sonhos são reais e são feitos de strawberry lemonade. Tenho uma vontade de ser a Joplin, um espírito meio Jagger e umas idéias meio Gallagher. Às vezes eu me sinto supersônica. Talvez eu nem seja todas as coisas que eu quero ser, talvez eu só queira viver e não quero morrer. É, vou viver pra sempre. Não crie ilusões e tente se dar bem com o que você tem, experimente todas as poções porque o momento certo é sempre agora. Eu sou prepotente, cética, insensível, teimosa, egoísta, vaidosa, incompreensível e etnocêntrica. Eu não levo nada a sério, nem o vestibular, nem as doenças, nem as promessas de melhoria dos políticos, nem a vida. A gente tem essa mania de achar que os nossos problemas são os piores, nossas lágrimas as mais justificáveis e nossos amores e valores os maiores. Talvez sejam, mas só pra nós mesmos. Eu julgo as pessoas. Eu me acho melhor do que os outros. Eu não escuto os conselhos dos mais velhos. Eu não respeito ninguém por causa de hierarquias. Eu faço coisas sem noção. E faço de novo. Eu desobedeço. Eu falo mal das pessoas. Eu não presto. Mas eu sou uma pessoa legal. E eu realmente acredito nisso. Eu sou sonhadora, confiável, realista, falante, cantante, decidida. Eu acredito nas pessoas, nas mentiras que os homens contam e na existência do Acre. Eu não escondo minhas idéias. Eu sou curiosa e xereta. Eu rio quando não pode. Eu sou quieta até certo ponto, depois sou barraqueira. E briguenta. Eu tenho sonhos e até acredito em alguns deles. Eu sou do contra. Queria ser a Lucy e ficar no céu com uns diamantes. Eu amo filmes, fotografias, músicas e histórias. Eu queria ser pirata, ou a quinta mosqueteira, ou a quarta pantera, ou até mesmo uma Power ranger rosa new generation. Eu não sei dar presentes, mas eu gosto de dar presentes, mais do que de receber. Eu detesto crianças birrentas, gente fútil, bipolaridades humanas, saudade, pessoas boazinhas, roupas alaranjadas, eu detesto todo mundo até que me convençam do contrário. Eu tenho medo de perder as pessoas que eu amo e de não conseguir fazer tudo o que eu quero. Eu ouço música ruim só pra falar mal. Eu gosto de maldades, dadaísmos, dormir, perder o juízo, cantar, tocar violão meia boca e de viajar. Eu sou uma desnecessária que faz perfis de Orkut. Oh, I can’t get no satisfation!
PS: Eu sou ele, como você é ele, como você sou eu e nós estamos todos juntos.
PPS: Só os sagazes entendem. E eles são os melhores.
Meu perfil do orkut, craaaaaazy.
PS: Eu sou ele, como você é ele, como você sou eu e nós estamos todos juntos.
PPS: Só os sagazes entendem. E eles são os melhores.
Meu perfil do orkut, craaaaaazy.
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