terça-feira, 25 de agosto de 2009

Metas.

Sabe a meta das três coisas? Plantar uma árvore, escrever um livro, ter um filho e tal. Resolvi pensar seriamente em tudo que eu gostaria de fazer antes de morrer, só pra...ah, pra nada. Só pra ocupar o tempo. Primeiro que eu queria passar no vestibular, aproveitar a vida da faculdade, definitivamente. Daí, quando eu tivesse terminado eu iria viajar! Inglaterra, França, Egito, EUA, Bahia!
Ia dar uns rolés por Manchester, quem sabe eu encontraria o Noel ou o Liam por lá. Fazer uma tour romântica com quem for que seja em Paris. Cutucar a cova de alguma múmia no Egito, usar flores no cabelo indo pra San Francisco, talvez tocando um violão, sem destino, como os hippies, naquelas ruas montanhosas... e parar em Salvador tomando uma água de coco naquele sol escaldante que me torraria, e eu não ligaria. Esqueçam as conseqüências.
Depois eu faria uma festa com todos meus amigos, a trilha sonora seria rock dos anos 50 e 60, passaria pela disco music dos anos 70 e 80, pararia por aí. (Salvo algumas exceções da atualidade).
Quero fazer um show. De rock. Nem que seja pra 10 pessoas, mas tem que terminar com um “mosh” no público, radical.
Pixar um muro.
Aprender francês.
Fazer um filme. Pode ser um curta com a web cam, mas desde que seja algo com 30 acessos no youtube.
Me casar com um cara que eu ame e seja amada do jeito que eu sou.
Mas o casamento tem que ser na igreja, eu de vel e grinalda, aquele vestido maior que todos, eu tenho que estar no altar e o vestido ainda na porta. Daí, quando eu e o meu noivo estivéssemos saindo da igreja, com todos os arrozes sendo jogados pro alto, no fundo, tocaria a versão do John Lennon de “Stand by be” (porque essa é a música consegue ser linda, calmante, romântica, companheira, confortável, nostálgica, esperançosa, tudo ao mesmo tempo). A festa seria mágica, toda minha família (e a futura também) meus amigos, todos alí, impossível ter um dia melhor.
Ter filhos, uns 2. Ou 3.
Ir a outro show do Oasis. Dessa vez na área vip e obrigá-los a tocar Live Forever. Porque eu tenho que ouvir Live Forever ao vivo antes de eu morrer.
Visitar o túlmulo daquela rainha portuguesa Inês de Castro e do Rei Pedro I, a história de amor mais bonita, ever.
Saltar de pára-quedas.
Morar em Curitiba, mas não falar como eles.
Eu queria fazer uma super caminhada igual ao Forrest Gump, até eu cansar.
Faria faculdade de filosofia quando estivesse desocupada, faria bacharelado, seria uma filósofa e criaria uma teoria.
Fazer coisas sem sentido, ir a uma festa que eu não conhecesse ninguém, dançar “I Will Survive”, e curtir a vida adoidado.

YOU GONNA MAKE IT HAPPEN!

PS: Quase três horas da manhã e eu tenho que acordar às oito. HAAHHAHAHAAH Bebi dois litros de coca cola e não tenho sono, "LE-GAL" (como diria o meu tediante professor de química, o Meninão HAHAH)

Nenhum comentário:

Postar um comentário