É bom encontrar coisas que ainda me fazem ficar bem
Descobrir sensações nunca experimentadas
Descobrir o outro lado
Sentir a música entrando em cada fresta dos tecidos epiteliais
Eu construí uma casa em mim mesma pra que ninguém entrasse
No meu próprio mundo, eu descobri a ser forte.
Meus 30 minutos de lucidez
Eu tentei ser normal, como todo mundo.
Eu finjo, eu atuo,
Dançando com só uma mão na ponta dos pés
Eu não sabia mais qual era o mundo de verdade
Ou se aquele mundo era só uma ilusão, ou se com aquilo tudo a gente via como as coisas são.
Como é que era a sequencia dos acordes?
Enquanto tiver coisas pra experimentar e eu quiser, eu vou experimentar.
Viver sem medo, melhor a se fazer, se você não vier comigo, eu vou sozinha.
Eu tenho o meu próprio mundo, onde todos que contemplam o nó na garganta me entendem.
Se você quer matar o tempo, arrume aquela distração.
Então ta tudo bem se a música entra em mim.